E a estrada me chama,
eu vou indo, ouvindo os pássaros,
o som das cigarras.
Sinto o cheiro do mato, da bosta do gado,
do rio que corre
Quando chega a noite, deitado na grama,
ao redor da fogueira pequena,
eu olhando estrelas fico em silêncio,
Sou amante e amo, ao meu modo,
o que me cerca e o que está em mim,
assim, guardado.
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